segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

História de padres que se apaixonam

Roma, Itália. Eles não planejaram se apaixonar, mas aconteceu. Eles não queriam se tornar assunto de fofocas, mas são. Eles não tinham imaginado viver uma vida de paixões furtivas e encontros secretos, mas é o que tem acontecido desde que uma mulher e um sacerdote desafiaram um tabu da Igreja Católica Romana e se envolveram romanticamente. “Algumas pessoas me veem como um diabo, uma coisa suja”, afirma a mulher que, juntamente com o padre com quem está envolvida, concordou em discutir a sua situação, em uma entrevista num hotel longe de sua paróquia. Eles pediram para permanecer no anonimato, temendo a reprovação de familiares, amigos e paroquianos. “Eu me arrisco a perder tudo se isso vier à tona”, confirma o sacerdote. No entanto, eles concordaram em falar, explica sua parceira, “porque o sofrimento empurra você a fazer alguma coisa, para tentar mudar essa injustiça”. Grupos. Uma pesquisa online com o tema “apaixonada por um padre” produz blogs e mais blogs sobre amantes envolvidas com pessoas da igreja, em um grande número de línguas. Há também grupos de apoio nas redes sociais. Um grupo de 26 mulheres até pediu ao papa Francisco que mude a exigência do celibato para os sacerdotes. “É realmente difícil explicar esse relacionamento para alguém que não passou por isso”, conta uma das mulheres que assinou a carta para o papa, mas não quer o seu nome impresso. “Nós queríamos que o papa soubesse que o sofrimento é generalizado”, diz. Ela escreveu de novo para o papa em setembro, antes do Sínodo dos Bispos, uma reunião de 200 clérigos no Vaticano para discutir problemas enfrentados pelas famílias na sociedade contemporânea. Nas últimas décadas, este foi o sínodo acompanhado mais de perto, e alguns peritos do Vaticano mostraram uma correlação com a reunião convocada pelo papa Paulo VI em 1971, em que a obrigação do celibato para os sacerdotes foi o assunto mais quente. Naquele ano, após debates intensos, o sínodo reafirmou a obrigação do celibato, e não houve nenhuma revisão oficial dessa posição nos últimos 40 anos. Aqueles que estavam esperando que a questão fosse revisitada na reunião de outubro se decepcionaram novamente. Guinada. O debate teve uma reviravolta quando o papa Bento XVI decidiu, em 2009, criar um mecanismo para acolher sacerdotes da Comunhão Anglicana na Igreja Católica Romana, abrindo a porta aos membros do clero que possuam famílias. “É a prova de que pode haver sacerdotes casados na igreja, não significa que o mundo vai acabar”, explica Walker. Aqueles que desejam uma mudança de opinião da igreja tiveram mais um incentivo em maio, quando o papa Francisco disse aos jornalistas que o celibato clerical poderia ser discutido. “O celibato não é uma questão de dogma, mas sim uma regra de vida, que eu aprecio muito e creio ser um presente para a Igreja”, afirmou o papa durante um voo de regresso do Oriente Médio. “Mas, uma vez que não se trata de um dogma, a porta está sempre aberta”, lembrou. Mas ao mesmo tempo que parece aberto a uma mudança nas regras, o pontífice também exortou os sacerdotes a levar o celibato a sério e a deixar a igreja se não conseguirem, especialmente se tiverem filhos. Dificuldade. Mas, para muitos clérigos em relacionamentos sérios, deixar o sacerdócio é complicado. Alguns padres falam dos procedimentos aviltantes pelos quais têm que passar para que possam abdicar do ministério, agravados pela falta de apoio dos bispos, que muitas vezes tentam fazê-los mudar de ideia. Em conversas com peritos da igreja, padres e as mulheres com quem se relacionam, muitos disseram que as incertezas financeiras são um elemento importante na hora de dissuadir o candidato a deixar o ministério. O padre que concordou em discutir o seu relacionamento na entrevista concedida no hotel se preocupa com isso. “O que eu poderia fazer, descarregar caminhões?”, pergunta ele. “Vivemos uma crise, e, além disso, estou muito acostumado a ser sacerdote. Eu gosto de ser padre e acho que sou bom nisso”, contou. Na verdade, ele acredita que seu relacionamento melhorou seu trabalho como sacerdote. “Desde que estou com ela, sou um padre melhor, porque estou calmo, relaxado. O único problema é ter que agir secretamente.” Ele tem trinta e poucos anos e ela vinte e muitos. Não se conheceram no acaso da paróquia, mas no ocaso da vida. Por causa de Deus e das Suas coisas, tiveram que trocar palavras. Muitas. Depois trocaram olhares, gestos, cumplicidades. Até se sentirem presos a uma corrente invisível. Uma corrente de três ou quatro metros, com cada um deles nas pontas. A uma distância uma união. Encontrei o padre José no mundo da Internet e foi ele que começou a conversa. Não consigo descrever todas as emoções que vêm crescendo em mim há muito tempo, amigo. Ela é extraordinária. Quando estamos juntos, sinto que me evita. Mas eu não consigo deixar de pensar nela. Gosto de dialogar com ela e de lhe sentir o cheiro. Na igreja procuro-a no meio das outras pessoas. Ainda por cima é minha paroquiana. Não tenho medo nem vergonha do que as pessoas possam dizer, do que possa pensar a sociedade em geral, do que possam sofrer os meus pais e restantes familiares. Mas não sei que fazer, amigo. O que será melhor? Viver como sacerdote com o coração triste, ou viver como um homem que descobriu o que é o amor mas tem de abdicar de toda uma vida que se construiu? Eu não soube responder. É tão complicado responder a um colega sobre estas assuntos que são nossos, de todos os padres, e que não nos podemos distanciar deles. E depois andamos nós a pregar que o principal mandamento de Deus é o Amor. Mas queremos castrar-nos uns aos outros na forma mais íntima de amar. E precisamos de padres que saibam amar. E precisamos de padres autênticos. E precisamos de padres porque cada vez somos menos. Por isso não lhe respondi como devia. Fiz o mais fácil nestas ocasiões. Disse-lhe que ia rezar por ele. Apetecia-me dizer que ele devia procurar a felicidade fosse como fosse. Que devia ter consciência que as paixões passam e só fica o amor. E que o amor a Deus não é apenas uma paixão. E que tudo passa se assim permitirmos que aconteça. Mas como era tanta coisa e tanta coisa paradoxal, acabei por dizer apenas. Vou rezar por ti, amigo.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Decoração

http://falandodaeducacao.blogspot.com.br/2014/06/ideias-de-portas-decoradas-para-sala-de.html

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Leitura













Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e idéias. Descubra a
importância da leitura para todas as idades!
A leitura freqüente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A
proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e
ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na
escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a
grafia correta das palavras. Através dos registros escritos descobrimos e
aprendemos culturas, histórias e hábitos diferentes, compreendemos a realidade,
o sentido real das idéias, vivências, sonhos, etc.

Diante do fato, pode-se considerar a leitura como uma das mais importantes
tarefas que a escola tem que ensinar, mas é importante ressaltar que para isso
o professor deve ter consciência da necessidade, além de praticar com
eficiência o hábito da leitura.



Grande parte das escolas trabalha somente com textos literários e didáticos
e muitas vezes selecionam esses materiais de forma burocrática, ou seja, uma
relação de interesse entre editora, escola e, até mesmo, professor. Convém
deixar claro que esse tipo de atitude não é de forma generalizada, pelo
contrário, existem educadores que realmente desempenham seu papel de maneira
responsável, desenvolvendo estratégias e diferentes formas de realizar uma
leitura eficiente.



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Peguei um Resfriado

Eu toda produzida para a festa olha só o que aconteceu? rsrs Isso é para as criançada,fui sair na chuva gripei. s

Brinquedo com Garrafa Peti

Como era bom ser criança Mas que vontade de sair correndo por aí como se nada mais importasse. Ser feliz com pouco, desejar menos, se preocupar menos. Tudo menos e ao menos tempo tudo tão mais. Mas que saudade de tudo isso, grandes tempos. Tempos em que ver alguém sorrindo pra gente já era motivo de grandes gargalhadas. Em que aprendemos a cair e levantar como sempre deveríamos, sorrindo. Em que os choros não tinham motivos que nos faziam pensar e repensar. Mas que saudade da inocência, da felicidade pura, dos sonhos realizáveis – mesmo que em brincadeiras, onde nos fazíamos os super heróis. Como era bom ser criança.

A arte de brincar

Que tal colocar a criançada para fazer arte? Aproveitem essas dicas de brinquedos, reutilizando materiais, para fazer em casa ou na escola. Brinquedo corrupio Bichinhos com tubos de papelão Boneco feito com potes de plástico Cabaninha com canudos de jornal Boneco de copinho de sorvete Pandeirola com tampinhas de garrafa Papietagem Dicas de fantasias para